Convite

 

A Paratodos Sistema de Ensino tem a honra de convidar a comunidade para assistir à palestra “Negros, Operários e o Ensino Superior” a ser proferida pelo ator e produtor Big Richard, no dia 22/12, no auditório do Grupo Ecológico e Cultural “Tio Pac”, localizado à Av. dos Têxteis, 2.910, Cidade Tiradentes, São Paulo.

Compareçam!

Escrito por BIG RICHARD às 10h50
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Escrito por BIG RICHARD às 10h27
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MP3

Caros irmãos,não deixem de conferir matéria sobre meu álbum no e também mp3, no site Rapnacional, confiram o link abaixo!

http://www.rapnacional.com.br/news/fullnews.php?id=1151

Escrito por BIG RICHARD às 23h02
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Atitude Profana
Ivanir dos Santos


A perseguição a pessoas ou grupos por causa da sua fé
religiosa é uma
atitude profana. Profanos são os atos de intolerância,
racismo e
discriminação contra o sagrado. E sagrados são a fé e o culto
de fiéis da
Umbanda e do Candomblé aos Orixás. Também são sagradas as
manifestações
religiosas dos judeus, dos islâmicos, dos católicos,
evangélicos,
protestantes, orientais budistas entre outros. Por isso,
repudiamos todo o
tipo de violência e os ataques de vandalismo que esses fiéis
e seus templos
tenham sofrido ou venham sofrer.
No processo de estratificação imposto à comunidade afro-
brasileira, bastante
acentuado nos setores econômico, social e cultural, deve-se
também ressaltar
a secular perseguição aos cultos religiosos de origem
africana, o Candomblé
e a Umbanda, introduzidos no Brasil pelos escravos e
cultuados até os dias
de hoje por seus descendentes. No passado, a discriminação e
as violentas
manifestações de repúdio aos cultos religiosos africanos eram
respaldadas
pela lei.
No estado da Bahia no século XVII, a Igreja Católica, através
das
Constituições do Arcebispado local, definia as práticas
religiosas oriundas
dos países africanos como feitiçaria. Com isso, todas as
manifestações
religiosas dos negros deveriam ser punidas com severidade
além de a lei
determinar que fossem extintas. A Constituição de 1824
intimava os negros a
praticarem seus cultos religiosos às escondidas - por
diversas vezes esses
cultos, para fugirem das punições previstas em lei, eram
revestidos de
aparato" católico. De acordo com a Constituição, somente os
brancos
estrangeiros residentes no Brasil tinham o privilégio da
liberdade religiosa
 Em geral, eram imigrantes europeus e norte- americanos.
No Brasil, os cultos religiosos de origem afro de maior
representatividade
são a Umbanda e o Candomblé, sendo que este último é
considerado o mais
autêntico, pelo fato de preservar seus ritos dentro da mais
pura tradição
africana. Recentemente os cultos religiosos de origem afro
têm sido vítimas
de perseguição deliberada por setores conservadores das
Igrejas Pentecostais
 Em 1988, o Conselho Deliberativo de Umbanda e de Cultos Afro-
Brasileiros
entrou na justiça com queixa-crime contra esses ataques, em
função de dois
artigos publicados na revista "Plenitude", com os
títulos "Crianças
sacrificadas nos terreiros e "A farsa de satanás". Esses
artigos acusavam a
Umbanda de "falcatruas, conchavos e matança de crianças",
além de acusarem
os adeptos do culto religioso de serem "servidores de
satanás". Os ataques
aos cultos religiosos originários dos africanos não se
limitam aos artigos
em jornais e revistas, foram publicados também nos livros "Os
deuses da
Umbanda", de Neuza Itioka, da Missão Evangélica
Transcultural, e "Orixás,
caboclos ou guias » e "Por que crescem os pentecostais", de
Peter Wagner.
Puderam também ser ouvidos e vistos através de programas de
rádio e de
televisão - como no episódio em que uma imagem de Nossa
Senhora Aparecida
foi chutada diante das câmeras de TV.
Em 1989, um golpe aos cultos afros foi tentado através de
ação parlamentar.
Foi necessário uma grande mobilização das lideranças
religiosas
afro-indígenas, através do Conselho Interamericano de Cultos
Afro-indígenas
do Brasil para brecar o projeto de lei do vereador Wilson
Leite Passos, que
impedia que os terreiros realizassem seus cultos obedecendo
suas tradições
rituais, o que poderia provocar o fechamento de centenas de
terreiros
filiados às federações espíritas do estado do Rio de Janeiro.
Apesar dos ataques, com a mobilização das lideranças das
religiões
afro-brasileiras os cultos religiosos de origem africana têm
conseguido se
preservar. Um bom exemplo disso foi a inauguração na cidade
de Salvador
(região sudeste) do primeiro museu do Candomblé, cujo acervo
reúne
importantes peças de um dos mais antigos terreiros de
Candomblé do Brasil: o
Ile Axé Opo Afonjá. O museu fica instalado nas próprias
dependências do Ile
Axé Opo Afonjá, tido como um dos símbolos da resistência dos
cultos
religiosos de origem africana no Brasil.
* Ivanir dos Santos é babalorixá, pedagogo e presidente do
CEAP.

Texto extraído do site:
http://www.alternex.com.br/~ceap/profana.html
 

Escrito por BIG RICHARD às 08h47
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Salve rapá! peguei este artigo no jornal O Globo, muito bom. Confiram!

I shot the xerife!

Improvisando na Jamaica

Bruno Natal JAMAICA

A Jamaica é um lugar imprevisível. A comunicação é dificultada pelo inglês de sotaque carregado e salpicado de patois . Qualquer tentativa de agendar compromissos é praticamente inútil. Negociar dinheiro, então, nem se fala: os táxis nem taxímetro têm. Ainda assim, essa confusa informalidade não significa que nada esteja acontecendo. Muito pelo contrário. A produção na ilha permanece tão grande e com tanto trabalho que ninguém consegue marcar nada com antecedência.

Dentro desse esquema caótico — na realidade, a essência do lugar — quando você menos espera é apresentado ao Lone Ranger numa loja de discos em downtown , esbarra com o Elephant Man no trânsito, troca uma idéia com o irmão do Tappa Zukie ou do Dennis Brown, descobre segredos como a reabertura do lendário estúdio Channel One (em novo endereço) ou passa a tarde na casa da viúva do King Tubby, vendo o álbum de fotos do funeral do homem que inventou o dub.

Os sound systems, apesar de poucos, ainda são as grandes atrações de Kingston. O Passa Passa, um dos melhores hoje em dia, transforma a Spanish Town Road (nas redondezas de Trenchtown e Tivoli Gardens, duas regiões barras-pesadas da cidade) num lugar aparentemente tranqüilo, com várias figuras sacolejando ao som da seleção musical caprichada de nu roots e dancehall.

O evento só começa a lotar às 3h e permanece cheio até depois do amanhecer. O segredo da rapaziada local pra agüentar tanto tempo são os seguintes combustíveis: cerveja quente, roots drink (bebida energética feita de raízes) e uns galhos verdes vendidos por ambulantes.

Engana-se quem pensa que a trilha dessas festas são clássicos do reggae dos anos 70. Quem vai pra Kingston esperando ouvir esse tipo de som tem grandes chances de voltar decepcionado. Até dá pra escutar um Bob Marley aqui e ali, principalmente quando eles percebem que tem gringo na parada, mas o som que toma conta da Jamaica ultimamente é outro.

Desde o começo dos anos 1990, o dancehall e o ragga dominam as rádios, lojas de disco e os sound systems da ilha. Os nomes mais falados são Bounty Killer, Vybz Kartel, Beenie Man e, claro, Sean Paul e Elephant Man. A exceção fica por conta do Sizzla. Eclético, o cantor lança tanto discos de dancehall quanto de roots, garantindo presença constante nas caixas de som em toda parte. Os selectors (na Jamaica, DJ é o que chamamos de MC) não tocam só uma música dele, tocam logo seis.

Pra experimentar um autêntico baile de dancehall, o Stone Love é a melhor pedida. A festa do principal sound system da cidade é repleta de jovens vestidos a caráter e dançando de maneira quase pornográfica. As músicas são notadamente mais comerciais e um tanto tensas, parte delas com uma sonoridade próxima demais do hip hop dos EUA. Um retrato fiel de boa parte da produção musical atual. Alguns selectors utilizam um Gameboy plugado na mesa em seus sets. Ligado no banco de sons de um cartucho como “Street fighter”, eles disparam sons de pistolas de raio laser, cabangs e outros ruídos. Só assim para disfarçar a troca frenética de discos; nenhum compacto chega a ficar dois minutos rodando.

Rae Town é outro sound system de rua que vale a visita. Focado nos clássicos das décadas de 60 e 70, atrai um público mais velho e sossegado que o Stone Love. É um dos poucos lugares onde dá pra escutar clássicos do Barrington Levy, Horace Andy e Delroy Wilson.

Na Jamaica, de acaso em acaso, de desencontro em desencontro, tudo vai fluindo. Resta fazer como os jamaicanos — submeter-se ao ritmo e dizer: “ no problem, man!

Bruno Natal edita o zine Urbe (www.gardenal.org/urbe) e está filmando o documentário “Dub echoes”

Escrito por BIG RICHARD às 10h50
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Ecologista africana recebe Prêmio Nobel da Paz

da France Presse, em Oslo

O Prêmio Nobel da Paz de 2004 foi entregue nesta sexta-feira em Oslo [capital da Noruega] à queniana Wangari Maathai, a primeira mulher africana a recebê-lo.

O presidente do Comitê do Nobel Norueguês, Ole Danbolt Mjoes, entregou o prêmio à "semeadora de árvores" queniana, vestida de laranja, durante uma cerimônia solene na presença da família real norueguesa.

Ao se dirigir à "querida mama Wangari Maathai", Mjoes justificou em seu discurso a atribuição do prêmio da paz a uma ecologista, um gesto criticado por alguns, que o consideraram um "desvio" do Nobel.

Depois de ampliar seu campo de referência à defesa dos direitos humanos nas últimas décadas, "o Comitê do Nobel Norueguês estendeu ainda mais sua definição da paz este ano", declarou.

"Há conexões entre a paz por um lado e o ambiente por outro, quando a escassez de recursos como o petróleo, a água, os minerais ou a madeira estão no centro dos conflitos", explicou.

Maathai, 64, a primeira militante ecologista a receber o prêmio, foi escolhida pelo comitê por sua campanha para salvar os bosques africanos e por sua liderança na "luta para promover um desenvolvimento ecologicamente viável em matéria social, econômica e cultural no Quênia e África."

Vice-ministra para o Ambiente do Quênia, Maathai é a fundadora do Movimento Cinturão Verde. Trata-se de uma campanha para salvar os bosques africanos que começou com nove árvores em seu jardim há quase 30 anos e que se transformou no maior projeto para plantar árvores na África, com mais de 30 milhões de árvores no continente.

Sua visão global do desenvolvimento sustentável abrange a democracia e o desenvolvimento do Quênia, o combate à pobreza, a luta pelos direitos humanos e pelos direitos da mulher.

Isto é vitória!


Escrito por BIG RICHARD às 18h56
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Come to Rio de Janeiro!!

Salve Salve rapá!Tô chegando na minha city! A idéia é trabalhar, sabadão estarei no estúdio dos parceiros da Gospel beat, a noite vou colar no Conexões Urbanas.

Domingo trampo de novo.100% adrenalina.

Aguardem que daqui a pouco chega o "Elos Da Vida- Um panorama da Periferia".

Paz a todos!

Escrito por BIG RICHARD às 16h20
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O portunidade única!

Caros leitores, oportunidade única pra vocês ouvirem em primeira mão, dois mp3 do meu novo álbum, "Elos Da Vida- Um panorama da Periferia".É promoção de super mercado, oferta relampago...ahahah...e pra mocinha tb!

entre no link abaixo;

http://brnt6sp118.digiweb.com.br/palco_central/mostra.asp?id=3934

 

Paz a todos!

Escrito por BIG RICHARD às 09h33
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Meu contador de entradas quebrou!!!

Escrito por BIG RICHARD às 14h48
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Festa Monstra celebra cultura Hip Hop - "Não à prisão mental"


Dois dias de celebração à cultura Hip Hop marcam o mês de dezembro na Favela do Colombo - SP

Entre os dias 10 e 11de dezembro, a comunidade de Colombo em São Paulo, junto a grandes nomes do cenário Hip Hop Nacional celebram a cultura das ruas com atividades que vão desde jogo de futebol beneficente, mostra de vídeos, palestras, debates e muito ritmo e poesia. Lembrando que a entrada e franca.

Poetas, músicos e militantes da cultura estarão presentes no terceiro ato desta festa que também é prá-lançamento do cd "Cantando com a Alma" do grupo "A Família". Ao final da festa, a comunidade será presenteada com uma Perua.

Segue a programação:
Dia 10/12
A partir das 11h - Debate Hip Hop em Preto e Branco - Palestra e Poesia com Mara, Alan, Ferréz, Gaspar, Mateus, Nando, Sérgio Vaz e Big Richard.
Logo após o debate terá início a mostra de vídeos com os filmes "A Negação do Brasil" , "Morte e Vida Severina" e outros.
A música ficará por conta do grupo de reggae "Jah-I-Ras", e também com grupos de rap Corporação Palmares, Toque de Família e Evolução através da Rima.
Às 14h a bola rola no Campo Rebouça com o jogo de futebol entre "Pata de Monstro" e "Matrix".

Dia 11/12 - Pré-lançamento "A Família"
Para finalizar a grande festa, as apresentações dos grupos:
Z'África Brasil; Sistema Negro; Realidade Cruel; Viela 17; Extremamente; QG Nordestino; Cotidiano Real; GOG; "A Família".

Mais Informações Nina Fideles - (61) 9629-3500

Escrito por BIG RICHARD às 14h21
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Cinema, sociedade e vida na periferia

Vale a pena conferir o artigo do meu irmão, Prof. Apostolo no site espaço academico. É pra quem pensa.

Confira o link;

http://www.espacoacademico.com.br/043/43netto.htm

Escrito por BIG RICHARD às 08h32
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E não é piada! leiam!

Jogador luso-suíço tem dedo amputado após comemorar gol

Das agências internacionais
Em Berna (Suíça)

A comemoração de um gol junto à torcida na goleada por 4 a 1 sobre o Schafthausen custou ao meia luso-suíço Paulo Diogo, do Servette, a amputação do dedo anular da mão esquerda.

O jogador, de 29 anos, chutou de longa distância e marcou o terceiro gol da vitória de sua equipe neste domingo, pelo Campeonato Suíço.

Diogo foi comemorar junto à torcida e pulou no alambrado. Outros dois atletas dos Servette se juntaram ao meia na celebração.

No entanto, a aliança de casamento do jogador se prendeu na lança que separa a torcida do gramado. Ao tentar descer do alambrado, Diogo viu seu dedo ser parcialmente arrancado pela lança.

O meia, que ainda recebeu cartão amarelo pela comemoração fora de campo, foi levado ao hospital de Zurique imediatamente, mas os médicos foram incapazes de "salvar" o dedo e a saída foi a amputação.

Escrito por BIG RICHARD às 17h15
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História do Funk brasileiro
O 'funk' nascido no início dos anos setenta, no Rio de Janeiro, deixou profundas marcas na cultura musical brasileira. Até hoje, aquelas sonoridades sacolejantes reverberam em obras de Ed Motta, Cláudio Zolli, Max de Castro ou, indiretamente, até mesmo no repertório de bandas de rock, como Jota Quest. Herdeiro do "som black" e seus agregados comportamentais pós-hippies-black power, o funk setentão afirmou-se com o movimento Black Rio, que contava com a participação de músicos como Cassiano, Gerson Combo e Dom Salvador e Abolição.

Em parte fruto da integração da música negra brasileira, como o samba, com a contra-cultura dos anos sessenta, o gênero já vinha sendo cultivado desde os primeiros discos de Jorge Ben, que tinha sido 'Babulina' nos anos cinqüenta, da turma de Tim Maia e Roberto Carlos, e fã de Little Richard e outros roqueiros negros. Em 1969, Jorge Ben apresenta 'Charles Anjo 45', no Festival Internacional da Canção, acompanhado pelo Trio Mocotó, trazendo uma sonoridade funk-pop diferente do que se ouvira até então. Outro personagem emblemático, oriundo da mesma convivência cultural, era Gerson Combo, irmão de Getúlio Côrtes, talvez o único compositor negro da Jovem Guarda, e autor de 'Negro Gato'.

    Na primeira metade dos anos setenta, depois de conquistar até mesmo as trilhas sonoras de novelas de televisão, o som black gerou seus principais representantes, nas figuras de Tim Maia, Cassiano, Hyldon, Paulo Diniz e Banda Black Rio. Mas como todos os gêneros musicais, o funk-soul expandiu seus braços e pernas e gerou seus 'cult heroes', como Gerson Combo e Tony Tornado, e seus intérpretes e grupos menos conhecidos, como Trio Ternura, União Black, Paulo Bagunça e A Tropa Maldita. A já referida miscigenação, também registrou-se nos casos de Miguel de Deus, oriundo dos tropicalistas Os Brazões e, especialmente, na dupla Tony & Frankye, que produzida por Raulzito Seixas, deixou a versão mais psicodélica do gênero.

    Vale destacar, ainda que não diretamente ligada ao movimento black carioca, a obra de Roberto Carlos, gravada entre 1968 e 1971, especialmente. Com maestria, o rei da Jovem Guarda enveredou pelas sonoridades negras, em particular o funk e soul, deixando músicas e álbuns clássicos, registros da melhor fase sua carreira. Outros artistas brancos, como Vanusa, Eduardo Araújo (este produzido por Tim Maia) e mesmo Elis Regina, no final dos anos sessenta, também lançaram mão da mistura de soul e psicodelia, em destaque naquele momento. Eduardo Araújo, por exemplo, foi o primeiro a gravar 'Você', de Tim Maia, no álbum 'Boogaloo', lançado em 1969, e Vanusa é responsável pelo clássico psico-soul 'Atômico Platônico'.

    Com a 'invasão nordestina' na segunda metade dos anos setenta, o funk-soul saiu de cena, deixando ótimos registros em álbuns, em sua maioria ainda inéditos em cd. São clássicos o primeiro disco de Gerson Combo, com A Turma do Soul, os dois álbuns solo de Gerson 'King' Combo, os três de Cassiano, os primeiros de Hyldon, Tony Tornado e o único da dupla Tony & Frankye, o também único de Paulo Bagunça e A Tropa Maldita, e ainda os registros da Banda Black Rio, União Black e Trio Ternura, entre outros. Neles, e em outras obras ignoradas, estão ensinamentos musicais, toques existenciais e uma afirmação da raça negra que quase nunca mais se viu na história cultural recente do país.

 

Escrito por BIG RICHARD às 16h42
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Estude! Cursinho pra pretos e operários!

Revolução!

Todos na Universidade, Todos no Mercado de Trabalho

Faça sua própria revolução!

Todos na Universidade, Todos no Mercado de Trabalho” é um projeto mantido pela Paratodos Sistema de Ensino em parceria com o Instituto Ganga Zumba. Ele tem como objetivo oferecer cursos preparatórios para o vestibular, para os concursos públicos e supletivos (ensino fundamental e médio) para todos que por razões diversas, sobretudo financeiras, não têm condições de se preparar nos cursinhos convencionais.

Mas não só. A Paratodos não cobra mensalidades, nem superlota as salas de aula. É cobrado do aluno apenas uma contribuição, que varia de 10% a 20% do salário mínimo, de acordo o curso pretendido.

E mais: a Paratodos acompanha  e assessora o aluno nas principais fases da sua vida: preparação, manutenção na faculdade e ingresso no mercado de trabalho. Para isso, ele conta com uma equipe de psicólogos, pedagogos e assistentes sociais de plantão. Além de bolsas de estudos universitárias integrais e parciais para todos que estiverem no pré-vestibular.

 

Informe-se pelos tels- 1165160435/68672996

Jah éh!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por BIG RICHARD às 13h42
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TAMU NA ÁREA!

TUDO NA PAZ? ESPERO QUE SIM.

ESTES DIAS ANDEI SUMIDO, TRABALHANDO MUITO E GANHANDO POUCO, SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA FOI EMBASSADO, MAS MUITO BOM. MAIOR CORRERIA, CULMINANDO COM A FINAL DO CONCURSO A MAIS BELA NEGRA DO BRASIL NA RECORD, E LÁ ESTAVA YO!

"ELOS DA VIDA- UM PANORAMA DA PERIFERIA"

A PRIMEIRA PARTE DO DISCO ESTÁ PRATICAMENTE PRONTA, FALTA MIXAR, MASTERIZAR E COLOCAR ALGUNS BACKIN VOCALS. VAMOS NA CAMINHADA QUE DAQUI A POUCO SAI.

SEMANA HIP HOP EM SÃO PAULO! ;É LEI.

VEREADORA CLAUDETE ALVES APROVA LEI QUE INSTITUI A " SEMANA HIP HOP " EM SP
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou no dia 22 de novembro o Projeto de Lei 766/03, de autoria da Vereadora Claudete Alves. O Projeto de Lei 766, agora Le 13.924/04, "Institui a Semana Hip Hop no município de São Paulo, a ser comemorada, anualmente, na segunda quinzena do mês de março ".


Em seu artigo 1º da Lei ora aprovada, "Fica instituída no Município de São Paulo a Semana Hip Hop, a ser comemorada, anualmente, na segunda quinzena do mês de março, incluindo obrigatoriamente o dia 21 de março, quando se comemora o Dia Internacional da Luta Contra a Discriminação Racial "Para a Vereadora Claudete Alves, o Hip Hop se propõe a mostrar a dura realidade da maioria dos brasileiros, negros, desempregados e outros marginalizados que vivem em àreas extremamente carentes que historicamente foram desprezadas pelo Poder Público.

Escrito por BIG RICHARD às 09h24
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BRASIL, Sudeste, TABOAO DA SERRA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Gastronomia, BOXE & CAPOEIRA
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